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Mostrando postagens de Julho, 2013

II CONGRESSO DA UBM-MT

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Programação do II Congresso 03 de agosto de 2013 Auditório do Instituto de Educação da UFMT – sala 67


13 horas – Abertura
14:00 horas -   Palestra: Mulheres e participação política - luta pela valorização das questões sociais – Profª Mestra Meire Rose dos Anjos Oliveira – Chefe do Departamento de Geografia da UFMT;
Relato de experiência do núcleo da UBM do Jardim Nova Esperança em Cuiabá -  Joselene Santos
Coordenadora: Ana Flávia Botelho Rodrigues
15:00 horas – A importância de Projetos estruturados para a construção da autonomia das mulheres; Rosa Morcele – Administradora; Especialista em desenvolvimento de projetos.
15:40 horas – Relato dos  Trabalhos desenvolvidos no biênio 2011/2013 (mandato extraordinário)  e Aprovação do Plano de Trabalho para o Triênio 2013/2016.
16:20 horas – Aprovação da Prestação de Contas;
16:4.0 horas – Eleição da Coordenação Estadual,  Secretaria Executiva e Conselho Fiscal
17:30 horas – Posse das eleitas.
18:00 horas - Encerramento


Professora Janete
Presidente d…

UBM REIVINDICA SANCIONA DILMA AO PROJETO DE LEI 60/69

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Para ampliar o atendimento às vitimas de violência sexual

SANCIONADILMA, esta é a voz dos movimentos feministas na defesa das meninas e mulheres e em favor do PL que amplia atendimento as vítimas de violência sexual, aprovado na Câmara e no Senado Federal. Depende de todas nós e dos companheiros que defendem os direitos das mulheres para lutar e pressionar para que a Presidenta Dilma sancione o Projeto de Lei nº 60/99, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que trata do atendimento hospitalar às mulheres vítimas de violência sexual”.
No dia (18), a União Brasileira de Mulheres (UBM), representada pela companheira Doris Margareth de Jesus participou de reunião com as Ministras Eleonora Menicucci, Geisi Hoffman, e representantes do Ministério da Saúde (Lena Peres e Jean), SDH (Patrícia), as Deputadas Erika Kokay (PT-DF), Jô Morais (PCdoB-MG), Janete Pietá (PT-SP), Iara Bernardi (PT-SP), Guacira Oliveira do CFEMEA, e ainda representantes da MMM, AMB, ANIS, Católicas pelo Direi…

REFORMA POLÍTICA X REFORMA ÍNTIMA

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A dicotomia entre religião e política remonta desde a Idade Média e continua sendo objeto de discussão nos dias atuais. Iniciada dentro da Igreja Católica, na América Latina, em 1950, a Teologia da Libertação é um movimento internacional que interpreta os ensinamentos de Jesus Cristo como uma libertação de injustas condições econômicas, políticas ou sociais, porém, a Santa Sé condenou seus principais fundamentos. Em visita a estudantes jesuítas na Itália no mês passado, o papa Francisco disse que os “cristãos” devem participar mais da política. Argumentou que essa atuação é uma das formas mais alta de caridade visto que procura o bem comum. Sacerdote Marcelo Rossi, em entrevista a Folha de São Paulo no final de Abril se mostrou contra a candidatura de representantes religiosos a cargos políticos por achar incorreto padre, bispo, pastor transformarem um púlpito num palanque. Diferentemente pensam os evangélicos que conseguiram em 20 anos triplicar o número de representantes ocupando impo…

Artigo - Pela derrubada do PLP 114/11! Pela aprovação da PEC das comarcas e da PEC da autonomia da Defensoria Pública da União!

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Por Paulo Lemos
A Defensoria Pública é a instituição de Estado responsável pela defesa e orientação jurídica dos necessitados, pela promoção de direitos humanos. Tem como objetivos a primazia pela dignidade da pessoa humana, a redução da desigualdades sociais, a garantia da ampla defesa e do contraditório, a se ter direitos, entre outros. Em grande e na maioria das vezes está atuando contra o Estado e o Governo. Como garantir essa atuação sem autonomia? Como um defensor entra numa briga tendo que responder ao governo? Quando o governo de SP foi com tudo contra a população em situação de rua no episódio da cracolândia, o único órgão do sistema de justiça que lá estava, brigando, com defensor apanhando da polícia e entrando na frente de camburão foi a Defensoria Pública. Somente com a EC nº 45/04 é que se começou a ouvir falar em Defensoria Pública atuante. Por que? Porque foi lá que as DPEs ganharam autonomia e começaram a fazer concurso, garantir a independência funciona…