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Mostrando postagens de Novembro, 2010

TRÁFICO E MULHERES

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Amigos para marcar os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher, a Superintendência de Políticas para Mulheres e o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher está promovendo este importante evento a fim de se discutir o trático em mulheres e de mulheres. Ajudem a divulgá-lo!

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Orgia tem regra! segundo Jurisprudência TJ/GO

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 kkkkk eu não sei se é verídica, mas é engraçada...kkkk
A sentença é insólita e inédita.
O Tribunal de Justiça de Goiás decidiu que o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo anal passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor.
O acórdão do TJ de Goiás, publicado no dia 6, é um puxão de orelhas no autor da ação que reclamava da conduta de um amigo.

LCS acusou o amigo JRO de ter praticado contra ele " ato libidinoso diverso da conjunção carnal ".
LCS alegou que, como estava bêbado, não pôde se defender.
Por meio do Ministério Público, recorreu à Justiça. Mas o Tribunal concluiu que não há crime, já que a suposta vítima teria concordado em fazer sexo grupal.

O acórdão dos desembargadores é categórico:

"A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e os bons costumes minimamente civilizados. Se o indivíduo, de forma voluntária e espontânea, participa de orgia…

CNJ pune juiz que se negou a aplicar Lei da Maria da Penha

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Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil Brasília - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu hoje (9) punir o juiz Edilson Rodrigues, que atua em Sete Lagoas (MG), por fazer declarações preconceituosas sobre a Lei Maria da Penha em suas decisões. O magistrado afirmou em sentenças que a lei tem “regras diabólicas”, é um “monstrengo tinhoso” e que as “desgraças humanas começaram por causa da mulher”. Por 9 votos a 6, o magistrado foi colocado em disponibilidade por dois anos, com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a terceira punição disciplinar mais grave segundo a Lei Orgânica da Magistratura. Ele pode pedir sua reintegração após esse período. O CNJ abriu um procedimento para apurar o caso no fim de 2009, após constatar que o magistrado se negava a aplicar a norma, que entrou em vigor em 2006, em casos de violência doméstica contra a mulher. Edilson Rodrigues se defendeu por meio de nota afirmando que combatia “um feminismo exagerado, que negligencia a função…

EM NOME DOS FILHOS, OU "O RETORNO DA LEI DO PAI" (GUARDA COMPARTILHADA)

Saudações caros amigos e caras amigas! Li um post fantástico no blog da Fenix Renascida e resolvi fazer um link. Para quem atua na área de família é uma oportunidade de fazer profundas reflexões a respeito da guarda compartilhada, que até ler a entrevista com Martin Dufresne, jornalista e ativista do movimento de homens pró-feminista do Canadá, eu era favorável. É um pouco longo, mas vale a pena, leiam!
http://srevoredo.blogspot.com/2010/11/em-nome-dos-filhos-ou-o-retorno-da-lei.html